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O que está acontecendo

No México a lei trabalhista obriga a capacitar, mas boa parte do gasto vai para cursos feitos para emitir a DC-3 e cumprir exigências da STPS.

Sabemos o que você enfrenta.
E como resolver.

Os desafios que todas as equipes relatam, e como nós os transformamos em pipeline.

▪ Os desafios de vender

Se você vende educação continuada, programas in company ou uma plataforma de aprendizagem para empresas mexicanas, seu comprador é o gerente de treinamento ou de desenvolvimento organizacional, e quem dita a agenda dele é o compliance. A Lei Federal do Trabalho obriga o empregador a capacitar, empresas com mais de 50 funcionários precisam manter uma comissão mista de capacitação e cada curso gera constâncias DC-3 que depois são reportadas à Secretaria do Trabalho (STPS). Nesse cenário, a maior parte do orçamento vai para segurança, NOM-035 e temas obrigatórios que um agente capacitador externo resolve barato. Seu programa de liderança ou de habilidades digitais disputa o que sobra.

O segundo problema é o calendário. O plano anual é montado perto do fim do ano e, depois de aprovado, colocar um fornecedor novo leva meses. Quem chega em março encontra o orçamento comprometido. Além disso, o gerente de treinamento recebe propostas toda semana, muitas de bibliotecas de cursos online por licença, e só responde a quem fala de um problema concreto: supervisores recém-promovidos numa fábrica em Apodaca, gestores intermediários com alta rotatividade em Guadalajara, uma sede corporativa em Santa Fe perdendo talentos jovens. Um e-mail que começa com “conheça nossa oferta acadêmica” vai direto para o arquivo.

▪ Como a Siete ajuda você

Montamos a lista a partir de sinais que antecipam demanda por treinamento: empresas que abriram fábrica ou centro de serviços, que contratam supervisores em volume ou que buscam profissionais de T&D. Separamos quem compra o programa (diretoria de RH ou de talentos) de quem cuida do compliance (coordenação de treinamento), porque cada um precisa de uma abordagem diferente. A prospecção começa entre setembro e novembro, enquanto o plano do ano seguinte ainda está aberto. Foi assim com a UDEM: a área de Consultoria e Educação Continuada passou a receber mais de 20 reuniões qualificadas por mês, com foco em Nuevo León e Cidade do México, e o time comercial deixou de procurar prospects para se dedicar às propostas.

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Quando as empresas no México definem o orçamento de treinamento?

Quase sempre no último trimestre, quando o RH monta o plano e os programas de capacitação do ano seguinte e, em empresas com mais de 50 funcionários, os revisa com a comissão mista. O que entra nesse plano tem verba garantida; o que chega depois disputa sobras ou depende de um projeto urgente. Para uma universidade ou empresa de treinamento, isso significa que a primeira reunião precisa acontecer entre setembro e novembro. Prospectar em janeiro serve para plantar o ciclo seguinte e raramente fecha negócio.

Um curso in company no México precisa emitir a constância DC-3?

Se a empresa for contabilizá-lo no plano de capacitação perante a STPS, sim. A DC-3 comprova que o funcionário fez o curso com um agente capacitador, interno ou externo registrado na STPS, e a empresa reporta a lista de constâncias no sistema SIRCE em até 60 dias úteis após concluir o plano. Para quem vende treinamento, ter registro como agente capacitador externo e entregar as DC-3 prontas elimina uma das primeiras objeções da área de capacitação.

Como vender educação executiva para empresas se existem cursos online quase de graça?

Saindo da briga por catálogo. Plataformas por licença resolvem conteúdo genérico e a empresa sabe disso. O que ela não encontra ali é um programa desenhado sobre um problema próprio, como supervisores promovidos da operação sem formação em liderança, com medição antes e depois. Essa conversa não acontece com o coordenador que administra cursos. Acontece com a diretoria de RH ou de operações, que arca com o custo da rotatividade e pode aprovar um programa fora do catálogo.

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