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Agende uma reunião agoraSão Paulo concentra o ecossistema tech mais sofisticado da América Latina, e também o comprador mais cético após o ciclo de hype de IA de 2023.

Os desafios que todas as equipes relatam, e como nós os transformamos em pipeline.
São Paulo concentra o ecossistema de inovação mais profundo da América Latina — empresas como Nubank, iFood e RD Station elevaram o padrão de sofisticação digital que o comprador brasileiro exige de qualquer fornecedor de tecnologia. Isso também o torna, provavelmente, o comprador mais exposto a soluções de IA da região — e o mais cansado do ciclo de hype de 2023: 61% das empresas que implementaram IA naquele ano relatam resultados abaixo do prometido, e em um mercado tão digitalizado quanto o brasileiro, esse cansaço se sente mais, não menos.
A esse ceticismo soma-se uma barreira bem concreta: os decisores brasileiros respondem até 4 vezes menos quando a abordagem chega em espanhol ou inglês, e qualquer estratégia de contato e armazenamento de dados de prospects precisa operar dentro da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) — o mesmo tema, privacidade de dados, que também é a principal objeção para adotar soluções de IA de terceiros em mercados sofisticados. Vender IA no Brasil sem dominar as duas frentes — idioma e compliance — é começar a conversa já em desvantagem.
Prospectamos exclusivamente em português brasileiro nativo, com SDRs que trabalham em horário de Brasília e conhecem o vocabulário técnico de IA para não perder credibilidade na primeira mensagem. Priorizamos contas com mandato real de adoção — não só interesse declarado — e construímos a mensagem com evidências específicas e documentação de compliance de dados pronta desde o primeiro contato, para responder antecipadamente tanto ao ceticismo pós-hype quanto à questão da LGPD antes que vire objeção.

Justamente por isso: é o mercado que já avaliou mais soluções de IA, e por isso acumula mais ceticismo real do ciclo de hype de 2023. O comprador de São Paulo não rejeita a IA, rejeita o discurso genérico que já viu falhar em outros fornecedores. O que funciona é chegar com evidências específicas e mensuráveis, não com a promessa de inovação que todos os concorrentes também oferecem.

Sim, e em IA o efeito se intensifica. Os decisores brasileiros já respondem até 4 vezes menos a abordagens em espanhol ou inglês em qualquer categoria, e em uma categoria onde a mensagem já compete contra o ruído do AI washing, qualquer sinal adicional de que o fornecedor não conhece o mercado local reduz ainda mais a taxa de resposta. O português nativo não é um detalhe de cortesia, é uma condição de entrada.

Antecipando-a com documentação pronta desde o primeiro contato, sem esperar que surja na reunião técnica. A LGPD regula especificamente como os dados de prospects podem ser contatados e armazenados, e esse mesmo marco regulatório é a referência que um comprador brasileiro vai exigir para qualquer solução de IA que processe dados de sua empresa. Chegar com clareza sobre onde os dados são processados e qual modelo de dados é usado acelera uma conversa que de outra forma travaria na revisão jurídica.
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