
COO da Siete, onde supervisiona a operação e a entrega das equipes de SDR para clientes B2B na América Latina.

É uma das perguntas que mais ouvimos de times comerciais B2B: contratamos um SDR diretamente ou usamos staff augmentation? O custo de escolher errado é alto — não só em dinheiro, também em velocidade, e essa importa tanto quanto o custo.
O custo visível é o salário. O invisível é tudo que não está na vaga: recrutamento, onboarding, ferramentas, encargos, e o tempo de ramp-up de 3-4 meses antes da pessoa ser produtiva. O tempo é o recurso mais escasso — e o risco de uma contratação errada (que acontece mais do que se admite) se paga com meses perdidos.
O custo inclui o SDR já treinado, as ferramentas e a gestão — tudo em uma única tarifa, sem surpresas. A comparação de custo total (não só o número mensal, mas tudo que soma ao redor) costuma favorecer o staff augmentation nos primeiros 6-12 meses. A vantagem mais clara é o tempo: você começa a operar em semanas, não meses. E a flexibilidade é o benefício que ninguém calcula de início mas todo mundo acaba apreciando — você pode escalar para cima ou para baixo sem comprometer folha fixa.
A contratação direta faz mais sentido quando você já tem um processo de vendas maduro e previsível, e planeja manter o time estável por anos. O staff augmentation faz mais sentido quando você precisa de velocidade, está validando um mercado ou ICP novo, ou não quer comprometer headcount fixo ainda.
Designamos SDRs dedicados, já treinados em prospecção B2B, integrados ao seu CRM e ao seu processo — sem a curva de aprendizado nem o risco de uma contratação do zero.
Não existe uma resposta universal — depende de onde sua empresa está hoje. Mas se você precisa de velocidade e flexibilidade sem comprometer folha fixa, o staff augmentation costuma ganhar essa comparação.
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