
COO da Siete, onde supervisiona a operação e a entrega das equipes de SDR para clientes B2B na América Latina.

A prospecção fria B2B nunca foi tão competitiva. Os tomadores de decisão recebem centenas de mensagens por dia que soam quase idênticas: templates, argumentos repetidos e pouca relevância. O resultado é previsível: a maioria vai parar no spam, e muitos times comerciais não passam de 2% de taxa de resposta, mesmo com ferramentas de automação e grandes bases de dados.
Na Siete, nosso time de SDRs mantém taxas de resposta acima de 25%. Não é sorte nem volume: é método. Neste artigo mostramos os pilares e, no final, você pode baixar o ebook completo com os templates que usamos.
Cada campanha começa com uma definição detalhada do cliente ideal: porte da empresa, setor, tomadores de decisão, área dona do orçamento e países. Com esse ICP levantamos dados de contas e contatos e buscamos sinais reais de intenção: buscas recentes, mudanças de liderança, novas rodadas de investimento.
Assim concentramos o esforço nas contas com maior probabilidade de resposta e conversão. Resultado: até 40% mais reuniões qualificadas com o mesmo esforço comercial.
A maioria dos times B2B procura o tomador de decisão (KDM), escreve para ele e espera uma resposta que raramente chega. Nós entramos pela porta lateral: primeiro falamos com um indicador interno, alguém que não toma a decisão final, mas pode nos apresentar à pessoa certa e nos dar credibilidade.
Identificamos perfis que provavelmente conhecem ou trabalham com o KDM (marketing, vendas, até RH) e enviamos uma mensagem curta, clara e com um único objetivo: descobrir quem decide sobre aquele produto ou serviço.
Quando o indicador nos passa o nome, deixamos de ser desconhecidos. Escrevemos mencionando a indicação («O João me pediu para falar com você»), mostramos com quais empresas trabalhamos, personalizamos a proposta de valor por setor e, só então, propomos uma reunião rápida.
Funciona porque não interrompemos o KDM a frio, evitamos a rejeição inicial, ganhamos autoridade por sermos indicados por alguém de dentro e criamos um primeiro contato humano.
Personalizar não é só colocar o nome no assunto. Cada mensagem é pensada para ressoar com o contexto e os desafios do prospect, combinando informações do setor, linguagem natural e tom conversacional. Usamos IA para ganhar agilidade, mas cada texto passa por revisão humana. E o mais importante: nossos SDRs aprendem sobre o negócio do cliente antes de contatar qualquer pessoa.
Gerimos cada campanha com KPIs claros: taxa de conexão, taxa de resposta, reuniões agendadas, custo por lead e SQLs gerados. Monitoramos em tempo real e ajustamos a estratégia toda semana para identificar padrões antes e saber quando escalar.
Em média, as campanhas geridas pela Siete alcançam:
Clientes como Quix, UDEM, Púrpura AI e Like Lab geram hoje entre 12 e mais de 20 reuniões qualificadas por mês, com qualidade média de reunião de 4,2 a 4,3 de 5.
Chegar a 25% de resposta não é acaso: é o resultado de um modelo comprovado, baseado em dados, personalização e foco em gerar conversas que importam. No ebook você encontra os templates de e-mail de cada fase, a sequência completa e os quatro cases em detalhe.
Baixe grátis o ebook «Como manter taxas de resposta acima de 25% no outreach B2B»
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